quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Estória

 Hoje é 4ª feira, é dia de culto na Igreja, o seminarista na sua pregação contou uma estória e eu pensei, vou compartilhar essa estória, então resolvi publicar. A estória é mais ou menos assim: O cenário é uma fazenda. Ocorre que o fazendeiro percebeu que havia rato na sua casa e tomou logo uma atitude: comprou uma ratoeira. Isso mesmo, e o ratinho logo percebeu e ficou com muito medo e encontrando a galinha logo desabafou contando-lhe sua aflição. A galinha lhe respondeu que não morava na casa e que não se sentia ameaçada pela ratoeira e que o ratinho, sim, este teria que tomar muito cuidado. O ratinho correu e contou para o porco pensando que ganharia um aliado, mas o porco lhe respondeu que era greande e que a ratoeira não lhe ameaçava e como a galinha também não morava na casa e portanto, o ratinho, que morava na casa, deveria ficar atento. O ratinho viu a vaca e pensou, a vaca vai me ajudar, e contou toda a estoria para a vaca, porém a vaca disse-lhe que se o porco era grande, ela era maior que o porco e ponderou a ratoeira não poderia lhe parecia perigosa. Anoiteceu e no meio da noite ouviu-se um barulho, a dona da casa estava acordada e ouvindo o barulho, logo levandou-se e foi ver o que era no escuro. A ratoeira tinha pego o rabo de uma cobra venenosa e esta mordeu a dona da casa. A Senhora ficou muito fraquinha por causa do veneno da cobra, seu marido resolveu matar a galinha para fazer um caldo e fortificar sua senhora. Esta porém, não apresentava melhoras e seus amigos vieram lhes fazer uma visita. O Fazendeiro muito hospitaleiro logo mandou matar o porco e fazer um belo assado para as visitas. Passado uns dias a Senhora faleceu e o fazendeiro mandou matar a vaca para poder pagar as despesas, principalmente com o enterro. Moral da estória, nunca devemos menospresar os acontecimentos ao nosso redor nos achando inatingiveis.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Confissão de Pecado

"Cria em mim um coração puro, ó Deus! (Salmos 51 :10)
O Senhor dava vitórias a Davi por onde quer que ele ia (2Samuel.8:14)
O abençoado Davi cometeu adultério com Bete-Seba, além disso, mandou matar Urias, o esposo desta mulher. (2 Samuel 11). Depois o Senhor enviou o profeta Natã para "puxar a orelha de Davi". Sua palavra o levou a confessar seu pecado. o Salmo 32 fala que que Davi viveu entre o adultério e a confissão. Já o Salmo 51 é a confissão em si. Davi não tenta diminuir sua hediondez, nem ainda atribuí -lo a causas inevitáveis da sua situação, pois sabia que seu coração era mau desde o nascimento. Clama por perdão. Deseja que o nome do Senhor volte a ser santificado na sua vida. Deus procura atitudes retas e sinceras, não apenas no comportamento, mas também nos seus pensamentos secretos; um  coração novo, que é uma criação sobrenatural e não uma questão de educação (1 Pedro 1:3-23). Só depois de mencionada purificação é que Davi poderia voltar a ser uma fiel testemunha das coisas de Deus. Se confessarmos os nossos pecados, o Deus que é Santo é também fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (1 João1:9). Dá-nos um novo começo, Senhor! Santificado seja o teu nome!

Fonte: Boletim dominical 21/11/2010.
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Mateus 7.21
Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo; Filipenses 1:6

Ageu 2:4

Ora, pois, esforça-te, Zorobabel, diz o SENHOR, e esforça-te, Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e esforça-te, todo o povo da terra, diz o SENHOR, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos.

sábado, 20 de novembro de 2010

Propaganda descarada

DRAUZIO VARELLA
Propaganda descarada
--------------------------------------------------------------------------------

A publicidade acintosa de cigarros nos pontos de venda precisa ser proibida. É absurdo não fazê-lo

--------------------------------------------------------------------------------
É EXTENSA a folha corrida dos fabricantes de cigarro. Nenhum dos crimes cometidos pelo capitalismo mundial, incluindo a escravidão, é comparável ao das estratégias engendradas por eles para convencer crianças a começar a fumar.

A história mostra do que foram capazes esses senhores: usaram atrizes e atores de cinema, compraram médicos, esconderam enquanto puderam as pesquisas que associavam o fumo ao câncer, ataques cardíacos e outras enfermidades de gravidade semelhante, investiram fortunas em comerciais dirigidos ao público infantojuvenil, corromperam a imprensa, financiaram políticos e contrataram lobistas para pressionar os reticentes.

O objetivo dessas ações era mais do que explícito: viciar meninas e meninos para torná-los usuários de nicotina até a morte.

No Brasil, a publicidade do cigarro nos meios de comunicação de massa foi proibida apenas no ano 2000. Os fabricantes não se abalaram, competentíssimos na arte de angariar novos dependentes químicos, espalharam pontos de vendas coloridos e sedutores junto aos locais frequentados por crianças e adolescentes.

Meses atrás, em entrevista à revista "Exame", um alto executivo da Souza Cruz afirmou com a desfaçatez habitual: "Temos de inundar o varejo com nossos maços de forma que o consumidor ache o produto em qualquer lugar do Brasil. Os cigarros que saem das duas fábricas, em Uberlândia (MG) e em Cachoeirinha (RS) abastecem 260 mil pontos de venda em todo o Brasil".

Pesquisa Datafolha/Aliança de Controle do Tabagismo conduzida em maio deste ano em São Paulo dá sentido às palavras do tal executivo: "A grande maioria dos estabelecimentos de São Paulo que comercializa cigarros possui nas proximidades, num raio de até um quilômetro, alguma escola de nível fundamental ou médio; mais de um terço têm uma faculdade na vizinhança".

Proibido o acesso à TV e aos jornais, os fabricantes investiram pesado na divulgação de material publicitário (displays, cartazes, luminosos etc.) para promover as vendas em locais como padarias, lanchonetes, bancas de jornal e lojas de conveniência. Cerca de 70% desses pontos de venda expõem cartazes promocionais coloridos, desenhados com a finalidade precípua de atrair os mais jovens.

Em 83% dos estabelecimentos visitados, os cigarros estavam expostos junto às balas, chocolates ou doces. Nas padarias, esse número chega perto da totalidade.

Segundo a publicitária especializada em merchandising, Regina Blessa: "O ponto de venda é a única mídia que reúne os três elementos essenciais para uma compra: consumidor, dinheiro e produto. No Brasil, 85% das compras são decididas nesses pontos comerciais, não são planejadas anteriormente".

De acordo com ela, como nossos olhos "escaneam" a 100 km/h a publicidade e as mercadorias presentes nesses locais, não é de estranhar que os fabricantes de cigarro invistam cada vez mais nos espaços em que a decisão de comprar acontece.

Até quando nós, brasileiros, conviveremos com esse crime continuado? Para proteger nossos filhos, proibimos propaganda de cigarro na TV, rádio, jornais e revistas, mas fazemos vistas grossas ao aliciamento da criança que entra na padaria para comprar um chocolate. Tem lógica, leitor?

Se a venda de cigarro em padaria, lanchonete ou banca de jornal é uma aberração há muito banida dos países mais desenvolvidos, permitir nesses locais a exibição de material publicitário que visa criar imagens benevolentes de um tipo de dependência química que provoca sofrimento e leva à morte precoce, é descaso com a saúde de nossos filhos ou falta de coragem para enfrentar o lobby da indústria. Irresponsabilidade ou covardia, não há outra explicação.

A sociedade admitiria a presença de cartazes que apregoassem a venda de maconha junto aos doces e aos pães que a mãe pede para o filho comprar na venda da esquina?

Essa publicidade acintosa nos pontos de venda precisa ser terminantemente proibida. É absurdo não fazê-lo. Os maços de cigarro não podem ficar expostos aos olhares curiosos das crianças. Por que razão não criamos leis que obrigam os comerciantes a guardá-los em gavetas ou estantes fechadas?

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2011201034.htm